O Segundo “pilar” do Sistema de Produção da Toyota é o jidoka, sistema que detecta defeitos e condições anormais na produção, interrompendo automaticamente a linha para abordar rapidamente as questões de qualidade.
Até mesmo nas plantas de manufatura mais enxutas (lean), surgem alguns problemas de qualidade difíceis de identificar e corrigir. O Seis Sigma é especialmente eficaz na identificação da causa raiz dos problemas de qualidade – e na eliminação dos defeitos causados pela redução da variação nos processos de manufatura.
As ferramentas de qualidade e técnicas que foram nomeadas como “Seis Sigma” em 1986 pela Motorola (na verdade por um engenheiro da Motorola chamado Bill Smith) não são novas. Foram desenvolvidas nos últimos 50 anos, através do trabalho de especialistas em qualidade tais como Deming, Juran e outros.
Apesar do uso do termo hoje em dia, o Seis Sigma é na verdade uma medição numérica da qualidade. Para atingir Seis Sigma, precisamente 99,99966% do que você faz deve estar livre de defeitos. Do ponto de visa da manufatura, isso significa apenas 3,4 defeitos por milhão de produtos ou peças produzidas. Surpreendentemente, fabricar 99% sem defeitos significa que você terá 10.000 defeitos por milhão – e a 95% esse valor pula para 50.000 defeitos.
Veja o cronograma de evolução do lean e do Seis Sigma.
Também conhecido como a regra 80-20. Foi primeiro definido por J. M. Juran em 1950 e nomeado em homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto, que notou que 80% das propriedades da Itália eram de propriedade de 20% da população. O gráfico Pareto é uma ferramenta gráfica para classificar causas da mais significativa à menos significativa.
"Não é necessãrio mudar. Sobreviver não é mandatório."
– W. Edwards Deming
"Sem um padrão não existe uma base lógica para se tomar uma decisão ou para agir."
– Joseph M. Juran